Vereadora Bruna Giorno (PROS) se mostra indignada com a decisão do TJ-BA e ataca site local


No último dia 04 de abril, a vereadora, Bruna Giorno (PROS) tentou em sua rede social (FaceBook) desqualificar a imprensa e site local. E como não bastasse a mesma usou a tribuna na manhã dessa última terça-feira (08) na Câmara Municipal de Prado para  descer do salto, e atacar novamente a imprensa, a mesma chegou a mencionar na tribuna que site não tem credibilidade.

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Ora os números falam por sim até o momento foram 3,397, visualizações só na matéria, onde o TJ-BA considerou IRREGULAR o procedimento adotado pela Vereadora Bruna Giorno enquanto Secretária da Educação no Governo anterior.

Entenda o Caso:

No dia 04 de abril de 2014, o site www.pradonoticia.com.br, recebeu um e-mail, da Assessoria de Comunicação (ASCOM), informando a decisão do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, confira:

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O TJ-BA publicou no dia 24.03.2014 (segunda-feira) decisão que manteve a sentença do ex Juiz da Comarca de Prado – BA, Dr. Rogério Barbosa Sousa e Silva, que considerou legal o ato praticado pela Prefeita Mayra Brito, quando revogou o enquadramento e remoção dos professores do Município de Prado, ocorrido em 2011.

No inicio da gestão a Prefeita Mayra Brito foi procurada por vários servidores que estavam insatisfeitos com o enquadramento, remoção e migração dos professores da rede publica Municipal ocorrido no ano 2011, que segundo a categoria teria sido “beneficiados” apenas apadrinhados políticos do ex- Prefeito ou da Vereadora Bruna Giorno, na época Secretária de Educação.

Diante das informações a assessoria jurídica do Município de Prado, procurou verificar a legalidade do procedimento realizado e constatou varias irregularidade, como:

Os “beneficiados” não obedeciam aos requisitos previstos no Estatuto do Servidor Publico do Magistério; Não houve divulgação das vagas existente, Insatisfeitos os “beneficiados” apresentaram mandado de segurança contra a Prefeita Mayra Brito solicitando que a Justiça mantivesse os mesmos com carga horária de 40 horas semanais.

Na época o Juiz da Comarca de Prado, Dr. Rogério Barbosa de Sousa e Silva, negou o pedido dos “interessados” considerando que o ato da Prefeita de Prado era Legal e fundamentado, visto que no procedimento não houve respeito ao principio da Publicidade dos atos administrativos. Agora o Tribunal de Justiça da Bahia manteve a decisão do Juiz da Comarca de Prado – BA.

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Analisando o procedimento do enquadramento realizado pela gestão anterior, segundo Desembargador Augusto de Lima Bispo, “o procedimento administrativo realizado deixou de atender as exigências legais indispensáveis para a efetivação do enquadramento, sobretudo os princípios da impessoalidade, transparência e publicidade.”

“Assim, a redução da jornada de trabalho das Recorrentes para a carga horária para a qual prestaram concurso, não se reveste de qualquer ilegalidade, nem apresenta desvio de finalidade ou abuso de poder.”

Ao que parece, de repente aflorou na atual vereadora, que foi no mínimo conivente com as irregularidades praticadas no governo anterior, o sentimento de justiça que curiosamente passou 4 anos adormecido. Comportamento este conhecido como HIPOCRISIA: a arte de exigir aquilo que não se pratica.

A matéria foi envida para o nosso e-mail ([email protected]) e escrita pela ASCOM, a vereadora ao perceber que a decisão do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia, surtiu um enorme efeito na região, como uma bomba atômica na cidade a mesma se sentiu no direito de denegrir e desqualificar a imprensa.

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Bruna Giorno usou a sua conta pessoal, na rede social (facebook), para atacar um dos donos do Site Prado Notícia, a mesma chegou afirmar, que ele se vendeu por dinheiro, “ACHO Q O PSEUDO JORNALISTA DEVERIA SE INFORMAR MELHOR….ESSE PROCESSO É PARITÁRIO , QUEM DECIDE É UMA COMISSÃO QUE FOI FORMADA POR PESSOAS IDÔNEAS E COM PARTICIPAÇÃO DO SINDICATO APLB, CME. ASSIM COMO A COMISSÃO, CONCORDEI COM OS PARECERES E ENCAMINHEI AO EXECUTIVO QUE FEZ O DECRETO. SE A “JUSTIÇA ” NÃO CONCORDOU, QUE SEJA. MAS LEMBRE-SE QUE ESSA” JUSTIÇA” É MESMA QUE ASSINOU EMBAIXO CONTRA UM CONCURSO PÚBLICO DEPOIS DE DOIS ANOS E MEIO.AGORA , HIPOCRISIA É MUDAR TÃO RAPIDAMENTE DE OPINIÃO AS CUSTAS DE $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$. ISSO É HIPOCRISIA E MAIS ALGUMA COISA…..”.

Ao ser questionada se os ataques que a mesma estaria proferindo seria para Claydson Motta, a vereadora Bruna Giorno, fez questão de deixar claro que sim, “Cara e nobre Vereadora e (OBREIRA) Bruna Giorno, é de conhecimento de todos que EU ( Claydson Motta) sou dono do Site www.pradonoticia.com, e pesquisando em outros sites, percebi que o único que publicou a matéria se tratando da decisão do TJ-BA. foi o meu site. Gostaria de saber se o ataque q a senhora fez, em falar que o Jornalista deveria se informar melhor e levantar uma suposta desconfiança para os leitores, que o mesmo se vendeu por Dinheiro ao afirmar que Hipocrisia é mudar tão rapidamente de opinião as Custas de $$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$$, tem haver com a minha pessoa? Seja direta faça como eu, quando tenho algo a falar não me escondo e sim falo! AGORA SE A CARAPUÇA SERVIU…. JÁ NÃO POSSO FAZER ABSOLUTAMENTE NADA! O SITE É INFORMATIVO!.

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Veja a resposta da Vereadora Bruna Giorno: será que não fui direta o suficiente? Não me escondo, principalmente atrás de um site… Para ser um jornalista de verdade deve se preocupar em se informar, por inteiro, e não cheio de conveniências. Toda história ou fato tem dois lados, seja profissional, deixa o pessoal; a sua opinião é pessoal. Taxar uma pessoa de hipócrita não é INFORMAÇÃO. TALVEZ VC SEJA O ÚNICO QUE TENHA A FUNÇAO DE FAZER ESSE TIPINHO DE NOTICIA, TÁ AÍ, POR QUE FOI O ÚNICO QUE PUBLICOU… OBS: SUA “NOTICIA\ MATÉRIA ESTÁ REPLETA DE EQUÍVOCOS… DA PRÓXIMA VEZ, FAÇA DIREITINHO… SEU PATRÃO PODE NÃO GOSTAR.

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De acordo com informação, Claydson Motta, entrou com uma QUEIXA CRIME na delegacia de policia civil de Prado, um crime contra a Honra ” trata dos crimes que atentam contra a honra subjetiva ou honra objetiva, seja prejudicando a dignidade  pessoal ou a fama profissional, retirando do indivíduo seu direito ao respeito pessoal”. Agora a vereadora terá que provar na justiça que o mesmo se vendeu a custa de dinheiro e que PATRÃO é este que ela se referiu.

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Por Redação

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