Vereador Mário Júnior alerta para o aumento de agressões sofridas pelas mulheres


Em discurso na manhã desta terça-feira (15) na Câmara Municipal, o vereador Mário Júnior (PDT) se mostrou preocupado com a intensidade de agressões que as mulheres estão sofrendo em Prado. Conforme o vereador, as mulheres estão sendo desvalorizadas.

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“Nos últimos dias temos acompanhado várias notícias que são consequências da desvalorização da mulher. Um auto índice de agressões e até mesmo assassinatos”.

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Segundo o vereador, o mesmo foi procurado durante a semana por uma mulher, que segundo ele teria sido vítima de violência doméstica.

Para ressaltar a importância da mulher e suas conquistas, Mário Júnior divulgou a realização de um projeto e reforçou o seu compromisso com as mulheres no Município. “Precisamos criar leis e fazer com que as leis existentes sejam cumpridas para que outras agressões não se repitam, vamos divulgar em cartazes, outdoor e peço o apoio da prefeitura municipal”, conclui.

Outdoor da campanha de enfrentamento à violência contra a mulher - Leiaute Propaganda

Apesar de todas as conquistas durante anos de lutas por direitos iguais, as mulheres ainda hoje estão entre as maiores vítimas de violência. São todos os tipos de agressões sofridas, como maus tratos físicos, sexuais ou psicológicos, que deixam marcas para sempre. No Brasil, entre as políticas de combate a esse tipo de crime, está a Central de Atendimento à Mulher, o Ligue 180, criada em 2005.

Lei Maria da Penha

A Lei Maria da Penha, que passou a vigorar em 2006 um ano após a criação da Central, influenciou as mulheres a se informarem mais sobre seus direitos. Em sete anos, o Ligue 180 prestou mais de 470 mil informações sobre a lei. Somente no primeiro semestre deste ano, foram 15.593 atendimentos, média de 86 informações por dia.

A ligação gratuita pode ser feita por qualquer telefone – seja ele móvel ou fixo, particular ou público. A ferramenta funciona 24 horas por dia, de segunda a domingo, inclusive feriados. As atendentes são capacitadas e treinadas para receber a denúncia e realizar o atendimento.

É preciso mudar a ideia falsa de que em briga de marido e mulher ninguém mete a colher, a sociedade tem sim que meter a colher, não é um problema individual, porque quando alguém sofre uma violência todos ficam expostos aquela violência.

DISQUE DENÚNCIA,  LIGUE – 180

Por Claydson Motta | Prado Notícia

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