Famílias são ameaçadas e recebidas a tiros no Assentamento Rosa do Prado por pessoas ligadas ao grupo do pré-candidato a prefeito do Prado.


 

Uma família do Assentamento Rosa do Prado, localizado entre os municípios de Prado e Alcobaça, no extremo da Bahia, foi recebida a tiros. A ação covarde foi tema no programa “Comando Geral” da Rádio Caraipe FM 100,5.  De acordo com o denunciante, a família vive momento de terror e desespero, um boletim de ocorrência foi registrado na Delegacia Territorial da cidade de Alcobaça. Ouça a entrevista na Caraipe FM 100,5.

De acordo com Paulo Alves Pereira, ao chegar com seu veículos no assentamento Rosa do Prado, ele foi recebido a tiros, o mesmo, tentou se esconder atrás do seu carro.  Em seguida, um grupo de pessoas o cercaram e mandou ele retonar. Ainda de acordo com a vítima, um outro homem identificado como sendo Adriano se aproximou e mandou ele “vazar”, caso não obedecesse, eles iriam atirar. Como consta no Boletim de Ocorrência, por volta das 06:30hs do dia seguinte, Paulo retornou ao Assentamento e novamente Adriano mandou ele ir embora.

O denunciante fez mais uma tentativa, pegou sua família que estava em Teixeira de Freitas e tentou retornar para a Rosa do Prado e pela terceira fez foi expulso pelos acusados. Paulo contou no Boletim de Ocorrência que tentou conversar com o Liva que se intitula presidente da Assossiação, o mesmo se econtrava alterado e nervoso, e segundo a própria vítima, Liva o ameaçou caso a família registrasse ocorrência policial.

Os assentados também vêm sofrendo constantes ameaças de morte por pessoas que chegaram na Rosa do Prado e estão se intitulando presidentes de Assossiações. Embora denunciem essas ameaças à polícia do município, nada é feito e as famílias continuam sendo ameaçadas.

Ainda de acordo com os moradores, após a chegada de pessoas que estão se intitulando presidentes de assossiações, os conflitos estão sendo constantes. As famílias estão sendo oprimidas e também já foram ameaçadas com disparos de armas de fogo. O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) afirmou que Liva e Adriano, não fazem parte do movimento, o que leva a supeitar que eles foram implantados com objetivo político, já que os mesmos tem prometido o Titulo de Legitimação de Terras.

Os dois mencionados no Boletim de Ocorrência, fazem parte e são ligados ao grupo político do pré-canditato a prefeito e atual vereador Diógenes Ferreira Loures, o Jorginho do Guarani. O veredor tem contato direto com os acusados. Ouça:

 

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