Saúde: Preços dos remédios regulados subirão até 5,68%


A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (Cmed) fixou nesta quarta-feira (26) as taxas máximas de reajuste nos preços de medicamentos regulados pelo governo. Os reajustes entram em vigor a partir de 31 de março.

Medicamentos genéricos

Para os remédios com baixa concorrência, que somam mais de 40% do mercado, o reajuste máximo autorizado é 1,02%. Para os medicamentos de alta concorrência, poderão ser reajustados até 5,68%, mesmo percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dos últimos 12 meses. Segundo o Ministério da Saúde, em geral, os reajustes não costumam ser repassados intgeralmente aos consumidores.

Os produtos com maior reajuste representam cerca de 20% dos genéricos no faturamento das empresas. A Cmed fixa o valor do ajuste anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei 10.742 de 2003. São considerados no cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do setor.

Por Aline Valcarenghi
Da Agência Brasil

Prefeitura de Prado realiza Mutirão da Saúde no distrito de Limeira


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A Prefeitura de Prado, através da Secretaria da Saúde e coordenadores realizaram um Mutirão da saúde com intenção de atender o objetivos das comunidades mais distantes da cidade de Prado.

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A equipe da saúde do Prado foi composta por 16 profissionais, sendo enfermeiras, odontólogas, assistentes sociais, psicólogos, agentes comunitários da saúde, técnicos de enfermagem e professores.

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Foram realizados vários procedimento, além de uma palestra sobre planejamento familiar, dengue, cólera e sobre respiração.

 

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Todos esses procedimentos foram oferecidos para a comunidade do distrito de Limeira, além de cadastro do Cartão do SUS feito pelo CRÁS. A população de Limeira agradeceu a Prefeita Mayra Brito pela realização do evento.

 

Por Prado Notícia/ASCOM

 

21 de março Dia Internacional da Síndrome de Down


A síndrome de Down, ou trissomia do 21, é uma condição geneticamente determinada. Trata-se da alteração de cromossoma mais comum em humanos. No Brasil, de acordo com o Ministério da Saúde, a cada 600 a 800 nascimentos, uma criança tem síndrome de Down, independentemente de etnia, gênero ou classe social.

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A data (21 de março) foi criada em 2006 com o objetivo de valorizar as pessoas com a síndrome, conscientizar a sociedade sobre a importância da promoção de seus direitos e, assim, permitir que elas tenham vida plena e digna, como membros participativos em suas comunidades.

O preconceito e a discriminação são os piores inimigos dos portadores da síndrome. O fato de apresentarem características físicas típicas e algum comprometimento intelectual não significa que tenham menos direitos e necessidades. Cada vez mais, pais, profissionais da saúde e educadores têm lutado contra todas as restrições impostas a essas crianças.

O ideal é que essas crianças sejam matriculadas em escolas regulares, onde possam desenvolver suas potencialidades, respeitando os limites que a síndrome impõe, e interagir com os colegas e professores. Em certos casos, porém, o melhor é frequentar escolas especializadas, que lhes proporcionem outro tipo de acompanhamento, mas o mais importante é que sejam muito amadas e seja reforçado a cada dia o valor que elas têm na vida de cada um.

No Dia Internacional da Síndrome de Down, 21 de março, lembramos-nos das pessoas com alteração genética e que venceram o preconceito e as dificuldades e são exemplos de inclusão.

Por Prado Notícia

Com apoio da Prefeitura, Secretaria de Saúde inicia vacinação contra o HPV em Prado


A Prefeitura de Prado numa parceria com o Ministério da Saúde e a Secretaria de Saúde do Município, iniciou nesta quarta-feira (12) e se estenderá até o dia 10 de abril, a Campanha Nacional da Vacinação contra o Vírus Papiloma Humano (HPV). A iniciativa teve início nesta segunda-feira (10) e está sendo realizada em todo o país. Durante o período serão imunizadas meninas com idade de 11 aos 13 anos.

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Em Prado, a vacina contra o HPV foi disponibilizada pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saúde na Escola Municipal Anísio Teixeira, próximo ao mercadão municipal. Equipes de estratégia de saúde da família estão sendo enviadas aos povoados e escolas do municípios.

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Segundo a enfermeira, Marcela Catabriga, é importante que seja alcançada a meta estimada pelo Ministério da Saúde. “Precisamos alcança o número estimado em nosso município, pois o que queremos na verdade é ter no futuro, mulheres saudáveis na idade adulta”, concluiu.

Durante o período a meta é de vacinar várias  meninas em todo município. A dose é de 0,5 ml por pessoa e aplicada via intramuscular. A ação previne contra futuras doenças, como por exemplo, o câncer do colo do útero.

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A vacina é ministrada em três doses. A primeira no atual período, ficando a segunda dose a ser aplicada seis meses após. A última dose será injetada cinco anos depois. Para receber a vacina, a pretendente deve apresentar a carteira de identidade (RG) ou de vacinação, e ou, o registro de nascimento. Caso não haja interesse, os pais ou responsável assinará um termo de recusa que é entregue pelas equipe de vacinação.

Nessa quinta-feira (13), a equipe de estratégia de saúde da família estará na escola Epaminondas, imunizando meninas com idade de 11 aos 13 anos a partir das 14hs e na sexta-feira, 14 de março, pela manhã.

Por Prado Notícia

Vacinação contra HPV para meninas de 11 a 13 anos começa nesta segunda


Começa nesta segunda-feira (10) a campanha de vacinação para meninas de 11 a 13 anos, contra o papiloma vírus humano (HPV), principal causador do câncer de colo de útero.

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De acordo com o Ministério da Saúde, a orientação é que a primeira dose seja oferecida nas escolas (públicas e particulares). A imunização também pode ser feita em postos de saúde de todo o país. Para a adolescente poder ser vacinada, é necessário apresentar o cartão de vacinação ou um documento de identificação.

Cada menina, deve tomar três doses para completar o esquema de proteção. A segunda dose tem de ser aplicada depois de seis meses, e a última, cinco anos após a primeira. Segundo o governo, o objetivo da campanha é atingir 80% do público-alvo, formado por 5,2 milhões de meninas.

A vacina previne contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo do útero em todo o mundo. O governo ainda informou que em 2015, a vacina contra o HPV será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para as de nove anos. Informações da Agência Brasil.

Por Bahia Notícias

SUS dará vacina de R$ 1.000 contra HPV a meninas de 10 e 11 anos


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O Ministério da Saúde anunciou nesta segunda-feira (1º) que meninas entre 10 e 11 anos de idade poderão receber gratuitamente a vacina quadrivalente contra o HPV (papilomavírus humano) pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Atualmente, as três doses são vendidas na rede privada por cerca de R$ 1.000.

O HPV é um vírus sexualmente transmissível e o principal causador do câncer de colo do útero e, em menor medida, de garganta.

De acordo com secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, a vacinação acontecerá nos postos de saúde e nas escolas públicas. Segundo Barbosa, o câncer de colo de útero é causa de 6.600 internações por ano no País.

— A intenção é proteger as meninas para o futuro. Fazendo isso [vacinar nesta faixa etária] protegeremos também as meninas de 12 a 16 anos de idade. Os pais e responsáveis precisam autorizar a vacinação.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que a faixa etária entre 10 e 11 anos foi escolhida, pois a vacina tem “melhor efeito antes de se iniciar a atividade sexual”.

A vacina estará disponível no início do ano letivo de 2014 e serão aplicadas 12 milhões de doses. A intenção do Governo Federal é vacinar 80% público-alvo.

— A estimativa é que 685 mil são infectadas pelo HPV a cada ano no Brasil. Ela infecta mesmo quem não tenha tido relação sexual. O namoro pode transmitir o HPV. O câncer de colo de útero é o segundo tipo de câncer mais frequente e a quarta causa de morte no Brasil.

Custo e produção

De acordo com o secretário do Ministério de Ciência e Tecnologia, Carlos Gadelha, 98% das vacinas oferecidas serão produzidas no Brasil pelo PNI (Programa Nacional de Imunização).

— A economia estimada na compra da vacina durante o período de transferência de tecnologia é de 154 milhões.

Campanha

Para reforçar a importância da vacinação, Padilha afirmou que irá fazer uma grande campanha de conscientização em todo o País no inicio do próximo ano.

— Queremos envolver também as escolas particulares, não só as públicas.

Por: R7

Como Diferenciar Gripe de Dengue?


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Todos os anos, entre maio e junho, as temperaturas começam a cair e, com essa variação no tempo, a gripe começa a fazer suas vítimas. Em todo o País, as prefeituras lançam campanhas de vacinação, imunizando gratuitamente a população mais vulnerável – portadores de doenças crônicas, idosos, crianças e gestantes.

Mas outra doença facilmente confundida com a gripe pode se tornar ainda mais perigosa quando as pessoas tomam remédios por conta própria: a dengue. “A maior parte dos pacientes confunde os primeiros sintomas com um resfriado comum e começa a se automedicar”, explica a Dra. Ana Gabriela, da clínica Vivid.

Essa atitude é muito perigosa! Isso porque remédios que contêm ácido acetilsalicílico e anti-inflamatórios (comuns no tratamento da gripe) aumentam o risco de hemorragia, pois influenciam nas plaquetas – que já se encontram reduzidas quando o paciente está com a forma hemorrágica da dengue.

Saiba como diferenciar as doenças

Uma boa dica inicial é ficar atento às características presentes em uma das doenças, mas ausente na outra. De acordo com o Dr. André Salgado, médico especialista em Clínica Médica e Terapia Intensiva, na dengue, por exemplo, não existem os sintomas respiratórios, como coriza, tosse e espirro.

“Além disso, quem contraiu a dengue, em geral, sente dores musculares e articulares intensas, e a febre costuma durar mais tempo – de 5 e 7 dias”, explica. O médico comenta ainda que é importante prestar atenção nessa variação de sintomas e procurar um hospital imediatamente, já que não é possível diagnosticar a doença sem a realização de um exame de sangue específico para o vírus transmitido pelo mosquito Aedes aegypti.

Os tipos de dengue

A Dra. Ana Gabriela explica mais a fundo os sintomas dessa doença: “A dengue clássica caracteriza-se por febre alta, com início súbito, fortes dores de cabeça e atrás dos olhos, que pioram com o movimento. Há perda do apetite, vômitos e tontura, cansaço, dor no corpo, nos ossos e nas articulações, além de manchas na pele”. Nem todos esses sintomas precisam aparecer, mas estão entre os mais comuns.

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Existe, no entanto, uma versão mais perigosa da doença, a chamada dengue hemorrágica que, em torno de 5% dos casos, resulta em morte. “Ela começa com os mesmos sintomas da dengue clássica, mas, quando a febre passa, começam a aparecer dores abdominais fortes e contínuas, bem como vômitos persistentes. A pele fica pálida, fria, úmida e com manchas vermelhas. Há sangramento pelo nariz, boca e gengivas. Completam o quadro: sonolência, dificuldade respiratória, agitação e confusão mental, boca seca e sede excessiva”, enumera.

Se constatados casos clínicos como esses, procure ajuda médica imediatamente. “É importante também manter-se bem hidratado, ingerindo bastante líquido”, continua a doutora.

Cuidados constantes

Apesar de o inverno não ser o período de maior propagação da dengue, existem regiões do País em que as temperaturas não chegam a cair significativamente. Por isso, não podemos descuidar da prevenção.

De acordo com o Ministério da Saúde, 70% dos casos ocorrem entre janeiro e maio. Os outros 30% acontecem  no restante do ano, com concentração um pouco mais intensa a partir de novembro. Como o mosquito precisa de água para colocar os seus ovos, o período de maior contaminação costuma ser o de temperaturas mais altas e chuvas, que variam de região para região.

Assim, vale a pena lembrar quais são as principais medidas a serem tomadas para impedir que o mosquito se prolifere. Confira no álbum a seguir.

Por Vital

SAÚDE: Campanha Nacional de vacinação contra a poliomielite começa nesse Sábado 08 de Junho


A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite começa no próximo sábado (8) com a meta de vacinar 12,2 milhões de crianças de 6 meses a menores de 5 anos com a dose oral – o que corresponde a 95% do público-alvo. A campanha será encerrada no dia 21 de junho.

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No próximo sábado (8) será o Dia D de Mobilização Nacional. Cerca de 115 mil postos de saúde e pontos de vacinação itinerantes estarão funcionando em todo o país. Após o encerramento da campanha, a vacina continua disponível na rede pública de saúde. É importante que as mães levem a carteira de vacinação. O último caso de poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, foi registrado no Brasil em 1989. O país recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) o certificado de erradicação da doença em 1994.

O secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa, alerta, entretanto, que é preciso manter as crianças imunizadas e não “baixar a guarda” diante da doença. “Essa vacinação oral é extremamente importante para conseguirmos alcançar a eliminação global da poliomielite. Além do risco de pessoas virem de países onde tem transmissão, já foi observado, em países das Américas que começaram a acumular baixa cobertura vacinal, que isso termina favorecendo a circulação de vírus que produziram casos de pólio”, disse.

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Neste ano, o público alvo da campanha da vacina oral são as crianças a partir de 6 meses. Isso porque as crianças menores já estão sendo imunizadas com a dose injetável – introduzida no calendário básico de vacinação no segundo semestre de 2012. Com a mudança, o Brasil está se preparando para utilizar apenas a versão injetável quando ocorrer a erradicação da doença do mundo.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, alertou as mães para que aproveitem a ida ao posto de saúde para colocar o cartão de vacinação das crianças em dia. “É também uma chance de a família checar se o calendário de vacinas da criança até 5 anos de idade está em dia e, se não tiver, poder programar no posto de saúde qual o melhor dia para atualizar suas vacinas”, disse.

Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na campanha e serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais, para alcançar todos os pontos do país. Os postos receberão um total de 19,4 milhões de doses orais da vacina. O investimento do ministério chega a R$ 32,3 milhões em repasse do Fundo Nacional de Saúde para os estados e municípios, sendo R$ 13,7 milhões para aquisição das vacinas.

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br

Mutações genéticas não herdadas causam 10% dos casos de cardiopatia congênita


Novo estudo concluiu que parte dos bebês com a doença sofreu mutações em genes fundamentais para o desenvolvimento do coração. Essas variações genéticas, porém, não vieram dos pais, mas sim ocorreram no útero materno

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Mutações genéticas que ocorrem em um bebê enquanto ele está no útero materno — ou seja, que não são herdadas dos pais — são responsáveis por 10% dos casos de cardiopatia congênita, doença que atinge 130 milhões de crianças nascidas no mundo todos os anos. Essa é a conclusão de um estudo feito no Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue dos Estados Unidos junto ao Consórcio de Genoma em Cardiologia Pediátrica, e publicado neste domingo na revista Nature.

A cardiopatia congênita ocorre quando uma pessoa nasce com algum defeito no coração, mas isso não significa que o problema é necessariamente herdado. Os médicos ainda não conhecem completamente as causas dessa doença e como é possível prevenir o seu surgimento. Por isso, essa nova pesquisa pode ajudar a compreender melhor o problema.

 

CONHEÇA A PESQUISA

Título original: De novo mutations in histone-modifying genes in congenital heart disease

Onde foi divulgada: revista Nature

Quem fez: Samir Zaidi, Murim Choi, Hiroko Wakimoto,  Lijiang Ma, Jianming Jiang,  John D. Overton, Angela Romano-Adesman,  Robert D. Bjornson, Roger E. Breitbart,  Kerry K. Brown, Nicholas J. Carriero e equipe

Instituição: Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue dos Estados Unidos e onsórcio de Genoma em Cardiologia Pediátrica

Dados de amostragem: 586 trios de pais e filho

Resultado: A genética é responsável por cerca de 10% do surgimento da cardiopatia congênita. O fator genético associado a essa doença consiste em mutações espontâneas (não herdadas) em genes que são muito ativos durante do desenvolvimento do coração.

Os especialistas já sabiam que, de alguma maneira, a genética contribui com a cardiopatia congênita. Porém, muitas crianças que nascem com a doença têm pais e irmãos saudáveis, sugerindo que as mutações genéticas ligadas ao problema não são herdadas, mas sim espontâneas — conhecidas como “mutações de novo”. Os pesquisadores, no entanto, nunca haviam sido capazes de provar essa possibilidade pois não existia nenhuma tecnologia para que isso fosse feito.

Agora, esses pesquisadores foram capazes de comparar o material genético das crianças com o de seus pais por meio de tecnologias desenvolvidas nos últimos anos. Ao todo, foram analisados 322 trios formados por pai e mãe saudáveis e um filho com cardiopatia congênita; e 264 trios de pais e filho saudáveis. Com base nesses dados, os cientistas observaram que crianças com cardiopatia congênita apresentam mais mutações espontâneas em genes que são muito ativos durante o desenvolvimento do coração. A análise também concluiu que cerca de 10% dos casos de malformação que levam à cardiopatia congênita se devem a fatores genéticos.

Para os autores, essas informações podem ser úteis em pesquisas futuras que ajudem e encontrar outras causas para a cardiopatia congênita.

Fonte Abril

Anvisa suspende importação e venda de remédio contra câncer de mama


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Anastrol 1 mg não atende às exigências de regulamentação da agência, empresa de Porto Alegre é responsável pelo registro do produto no país.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) suspendeu a importação, a distribuição, o comércio, a divulgação e o uso em todo o país do medicamento Anastrol 1 mg, usado contra o câncer de mama. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (27).

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Segundo o texto, todos os lotes do remédio – cujo princípio ativo é a substância anastrozol, usada via oral – foram proibidos pela Anvisa por uma questão de interesse sanitário, já que o produto não atendia às exigências de regulamentação da agência.

O Anastrol 1 mg havia sido registrado pela empresa Laboratórios Libra do Brasil S.A., localizada no bairro de Navegantes, em Porto Alegre.

De acordo com o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, a importação do Anastrol foi suspensa devido a condições indevidas de fabricação. Ele afirma que o relatório de inspeção apontou falha na capacidade da empresa de preservar a qualidade do produto.

“Há um problema de certificação e de condições de boas práticas de fabricação em relação a empresa que produz esse medicamento. Quando há recomendação da área técnica [da Anvisa], a diretoria publica a suspensão da importação até que a empresa se manifeste sobre a possibilidade de reverter aquela situação”, afirmou o diretor.

A empresa Laboratórios Libra do Brasil S.A. foi procurada pelo G1, mas não se posicionou a respeito da suspensão.

Por G1