Caravana 13, com Rui, Otto e Leão, visita mais quatro municípios


Os candidatos da coligação Pra Bahia Mudar Mais foram a Amélia Rodrigues, Conceição do Jacuípe, Coração de Maria e Irará, recebendo apoio de prefeitos e de moradores

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Em mais um roteiro com a Caravana 13, a chapa majoritária da coligação Pra Bahia Mudar Mais, fez caminhadas e se encontrou com moradores das cidades de Amélia Rodrigues, Conceição do Jacuípe e Coração de Maria, encerrando a programação desta terça-feira (02) em Irará, com um comício que contou com a presença dos candidatos a governador Rui Costa, a senador Otto Alencar e a vice-governador, João Leão. Além dos prefeitos das cidades visitadas, a caravana ganhou o reforço de vários candidatos a deputado estadual e federal e dos prefeitos de Santo Amaro, Ricardo Machado (PT) e Governador Mangabeira, Domingas Souza (PT).

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Nos contatos com os moradores, Rui, Otto e João Leão receberam diversas manifestações de carinho, como a que lhes fez dona Alaíde Paim, 80 anos, moradora de Amélia Rodrigues, que fez questão de cumprimentar os candidatos e afirmar que do PT, até então, só tinha votado em Lula, “mas agora Rui e Dilma merecem minha confiança”. Os prefeitos de Amélia Rodrigues, Antonio Carlos Paim (Toinho do PT), Coração de Maria, Edmário Paim (PT) e a prefeita de Conceição do Jacuípe, Normélia Correia (PRB) e de Irará, Derivaldo Pinto (PT), também recepcionaram os candidatos, na passagem por seus municípios.

Nesta quarta-feira, Rui Costa, Otto Alencar e João Leão vão participar do primeiro grande comício desta campanha eleitoral em Salvador, com a presença do ex-presidente Lula. O evento vai acontecer na Praça da Revolução, em Periperi, subúrbio ferroviário, a partir das 19h.

Por  ASSESSORIA DE IMPRENSA RUI COSTA

Vídeo: Pastor Everaldo diz que soltou pum no Jornal Nacional: ‘Foi sem cheiro’


O candidato à Presidência da República pelo PSC, Pastor Everaldo, admitiu que soltou um pum durante a entrevista que concedeu ao Jornal Nacional, no dia 19 de agosto.

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“Vou te confessar um segredo: teve pum. Mas foi silencioso e sem cheiro”, brincou o pastor, em resposta às montagens que foram publicadas da internet. “A gente entra na campanha e acaba virando alvo das brincadeiras mesmo. Faz parte do jogo”, confessa. Veja o Vídeo:

Informações do Terra Magazine

 

Placa prova que Souto não construiu hospital


Com uma fotografia da placa de reinauguração da unidade, em 28 de junho de 2006, o deputado estadual Joseildo Ramos (PT) prova que o Hospital Dantas Bião, de Alagoinhas, não foi construído pelo ex-governador Paulo Souto, como o mesmo tem afirmado em entrevistas e até na propaganda eleitoral. “Isto prova que o ex-governador e seus liderados insistem em mentir, talvez pelo desespero de tentar mostrar mais do que aquilo que realmente fez nos oito anos de seus dois mandatos à frente da administração do Estado”, acusou o parlamentar.

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Na foto, a placa comemorativa registra, sem deixar espaço para dúvidas, que as obras realizadas foram de reforma e ampliação do Dantas Bião, não de construção, “ou sequer de reconstrução, como eles têm afirmado. Isso de falar de ‘reconstrução’ é uma tentativa de sair pela tangente, depois de serem flagrados mentindo”, diz Joseildo. “O fato concreto é que o hospital Dantas Bião funciona há seis décadas e, portanto, não foi construído pelo ex-governador”, reiterou o deputado.

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Natural de Alagoinhas, Joseildo Ramos conhece muito bem a história do hospital. A unidade teve sua construção iniciada em 1940, com recursos deixados para a família pelo médico Joaquim Climério Dantas Bião, falecido em 1936. Em 2005 foi iniciada a obra de reforma e ampliação, concluída em 2006.

Por Assessoria de Comunicação Rui Costa | Prado Notícia

Rui garante melhorias para o Bairro da Paz


“Vou entrar no Bairro da Paz, como governador, para implantar aqui o programa Bairro da Gente, porque o povo não quer o tempo do buraco, do analfabetismo e da falta de água”, afirmou Rui Costa, candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais, ao liderar mais uma Caminhada 13 pelas ruas de Salvador. Acompanhado por uma multidão, na tarde desta quarta-feira (20), ele percorreu o bairro e conversou com os moradores, falando de suas propostas e ouvindo reivindicações e palavras de incentivo.

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Rui lembrou que o Bairro da Paz já é beneficiado com o programa Vida Melhor e com uma Base Comunitária de Segurança, mas garantiu que irá fazer muito mais para abrir novas oportunidades aos jovens e às famílias, criando condições para que tenham a qualidade de vida que todos baianos merecem.O programa Bairro da Gente prevê a revitalização de bairros populares das grandes cidades baianas, com implantação de equipamentos de lazer, esportes e cultura, além de melhorias na mobilidade com obras de acessibilidade e urbanização.

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No quesito transporte, Rui observou que o Bairro da Paz será um dos grandes beneficiados com a extensão do metrô até Lauro de Freitas, conforme consta do seu Programa de Governo. Uma nota curiosa é que a caminhada foi reforçada com a presença de um grupo de cavaleiros, que portavam bandeiras e chamaram bastante a atenção pela vibração com que mostravam seu apoio á candidatura petista.

Por Assessoria de Comunicação Rui Costa | Prado Notícia

Dilma Rousseff é entrevistada no Jornal Nacional


A candidata do PT à Presidência da República foi entrevistada ao vivo, no Palácio do Alvorada, por William Bonner e Patrícia Poeta.

O Jornal Nacional está retomando hoje a série de entrevistas com os candidatos à Presidência da República, série esta que foi interrompida na semana passada pelo acidente trágico que matou o candidato Eduardo Campos, do PSB, e mais seis pessoas, em Santos.

Nós vamos fazer hoje o que temos feito sempre, vamos abordar os temas polêmicos das candidaturas e vamos confrontar a candidata com ações, com o desempenho dela à frente de um cargo público, como temos feito com todos os candidatos. Nas próximas semanas, os candidatos estarão também no Bom Dia Brasil e no Jornal da Globo.

O sorteio que foi realizado com a supervisão de assessores dos partidos políticos determinou que, depois de Aécio Neves e de Eduardo Campos, fosse a vez de a candidata do PT à reeleição, Dilma Rousseff, ser entrevistada. E é por isso que estamos aqui em Brasília, no Palácio do Alvorada, porque é aqui que nós fazemos as entrevistas com presidentes candidatos à reeleição.

William Bonner: Candidata, boa noite.

Dilma Rousseff: Boa noite, Bonner. Boa noite, Patrícia Poeta. Boa noite, telespectadores.

William Bonner: O tempo total da entrevista é de 15 minutos, como foi o dos demais candidatos. E a gente procura reservar um minuto e meio, um minuto no fim, para que o candidato possa expor aqueles projetos que ele considera prioritários para o governo no caso de ser eleito, ou no caso de ser reeleita, no caso de hoje. O tempo começa a contar a partir de agora. Candidata, no seu governo houve uma série de escândalos de corrupção e de desvios éticos. Houve escândalo de corrupção no Ministério da Agricultura, houve escândalo de corrupção no Ministério das Cidades, no Ministério dos Esportes, houve escândalo de corrupção no Ministério da Saúde, no Ministério dos Transportes, houve escândalo de corrupção no Ministério do Turismo, no Ministério do Trabalho. A Petrobras acabou se tornando objeto de duas CPIs no Congresso. A senhora sempre diz que todos esses escândalos foram revelados pela Polícia Federal e estão sendo investigados pela Polícia Federal, que é um órgão do governo federal. A questão que eu lhe faço é a seguinte: qual é a dificuldade de, desde o início, se cercar de pessoas honestas, que lhe permitam formar uma equipe de governo honesta e que evite esta situação que nós vimos de repetidos casos de corrupção? Não há uma sensação, não pode haver uma sensação no ar de que o PT descuida da questão ética ou da questão da corrupção?

Dilma Rousseff: Bonner, não pode, não. Sabe por quê? Porque nós, justamente, fomos aquele governo que mais estruturou os mecanismos de combate à corrupção, à irregularidade e maus feitos. Por exemplo, a Polícia Federal, no meu governo e no do presidente Lula, ganhou imensa autonomia. Para investigar, para descobrir, para prender. Além disso, nós tivemos uma relação muito respeitosa com o Ministério Público. Nenhum procurador-geral da República foi chamado, no meu governo ou no do presidente Lula, de engavetador-geral da República. Por quê? Porque também escolhemos, com absoluta isenção, os procuradores. Outra coisa: fomos nós que criamos a Controladoria-Geral da União, que se transformou num órgão forte e também que investigou e descobriu muitos casos. Terceiro, aliás, eu já estou no quarto. Nós criamos a Lei de Acesso à Informação. Criamos, no governo, um portal da transparência. Mas eu quero te dizer uma coisa: nem todas as denúncias de escândalo, Bonner, resultaram em, realmente, a constatação que a pessoa tinha de ser punida e seria condenada. Pelo contrário. Muitos daqueles que foram identificados como tendo, pela mídia, como tendo praticado atos indevidos, foram posteriormente inocentados. Eu quero te dizer o seguinte, eu nunca…

William Bonner: Correto. Mas, a candidata, eu deveria só dizer à senhora o seguinte: a senhora listou aqui uma série de medidas que foram providenciadas depois de ocorridos os escândalos.

Dilma Rousseff: Não. Isso tudo foi antes.

William Bonner: Bom, entre as medidas que a senhora providenciou depois dos escândalos esteve o afastamento de alguns ministros. Em quatro casos, a senhora trocou um ministro por alguém que era do mesmo partido dele e do mesmo grupo político dele. E que frequentava o mesmo círculo. Essa situação, a senhora considera que não foi trocar seis por meia dúzia? A senhora considera que foi uma atitude prudente, como presidente, substituir nessas circunstâncias? Foi uma medida eficaz da sua parte, candidata?

Dilma Rousseff: Eu, continuando o que eu estava dizendo, Bonner, nem todos as pessoas denunciadas foram punidas pelo Judiciário e tiveram comprovadamente culpa. Muitas pessoas, inclusive, se afastaram porque é muito difícil resistir à pressão da família ou à apresentação da pessoa como tendo praticado um crime.

William Bonner: Mas a senhora manteve gente do mesmo grupo político nos casos.

Dilma Rousseff: Agora, na segunda, respondendo a segunda pergunta, por exemplo, recentemente eu fui muito criticada por ter substituído o César Borges pelo Paulo Sérgio. Ora, o Paulo Sérgio foi meu ministro e foi ministro do presidente Lula. Quando saiu do governo, ele ficou dentro do governo no cargo importante, que é da Empresa de Planejamento Logístico. O Cesar Borges o substituiu. Posteriormente, eu troquei o César Borges novamente aí pelo Paulo Sérgio. Fiz a troca ao contrário. O César Borges também ficou dentro do governo, na Secretaria de Portos. Os dois são pessoas que eu escolhi, nas quais eu confio, acho que são pessoas bastante…

William Bonner: Mas não foi exigência do partido, candidata?

Dilma Rousseff: Os partidos podem fazer exigências. Agora, eu só aceito quando eu considero que ambos, e é isso que eu queria concluir, ambos são pessoas íntegras, e não só íntegras, são competentes, têm tradição na área. E são pessoas da minha confiança. Então, eu troquei porque eu tinha confiança nessas pessoas.

William Bonner: Então, me deixa agora perguntar à senhora. E em relação a seu partido? O seu partido teve um grupo de elite de pessoas corruptas, comprovadamente corruptas, eu digo isso porque foram julgadas, condenadas e mandadas para a prisão pela mais alta corte do Judiciário brasileiro. Eram corruptos. E o seu partido tratou esses condenados por corrupção como guerreiros, como vítimas, como pessoas que não mereciam esse tratamento, vítimas de injustiça. A pergunta que eu lhe faço: isso não é ser condescendente com a corrupção, candidata?

Dilma Rousseff: Eu vou te falar uma coisa, Bonner, eu sou presidente da República. Eu não faço nenhuma observação sobre julgamentos realizados pelo Supremo Tribunal, por um motivo muito simples: sabe por que, Bonner? Porque a Constituição ela exige que o presidente da República, como exige dos demais chefes de Poder, que nós respeitemos e consideremos a importância da autonomia dos outros órgãos.

William Bonner: Então a senhora condena a postura do PT nesse caso?

Dilma Rousseff: Eu não julgo ações do Supremo. Eu tenho as minhas opiniões pessoais.

William Bonner: Mas e a ação do seu partido, a senhora condena essa ação?

Dilma Rousseff: Enquanto eu for presidente, eu não externo opinião a respeito de julgamento do Supremo. E vou te dizer, Bonner, não é a primeira vez que eu respondo isso. Eu, durante o processo inteiro, não manifestei nenhuma opinião sobre o julgamento. Até porque respeito o julgamento.

William Bonner: Mas candidata, a pergunta que eu lhe fiz foi sobre a postura do seu partido. Qual sua posição a respeito da postura do seu partido?

Dilma Rousseff: Eu não vou tomar nenhuma posição que me coloque em confronto, conflito, ou aceitando ou não. Eu respeito a decisão da Suprema Corte brasileira. Isso não é uma questão subjetiva. Para mim exercer o cargo de presidência, eu tenho de fazer isso.

Patrícia Poeta: Corrupção não é o único problema. O seu governo diz que sempre investiu muito na área de saúde. E essa continua sendo exatamente a maior preocupação dos brasileiros, segundo uma pesquisa do Instituto Datafolha. Isso depois de 12 anos de governos do PT, ou seja, mais de uma década, candidata. Não foi tempo suficiente para colocar esses problemas nos trilhos, não?

Dilma Rousseff: Olha, Patrícia, nós tivemos, e ainda temos muitos problemas a enfrentar e desafios a enfrentar na Saúde. Eu acredito que nós enfrentamos um dos mais graves desafios que há na Saúde. Porque na Saúde você precisa de ter médicos. Pode ter tudo, se não tiver médicos, não tem atendimento à saúde. Também é possível a gente olhar a população e ver nas pesquisas que ela reclama, sempre reclamou, da falta de médicos. Nós tivemos uma atitude muito corajosa. O Brasil tem uma das menores taxas de médicos por mil habitantes, 1,8. E isso levou a uma carência imensa de médicos da atenção básica – são os postos de saúde. É sabido que 80% dos problemas de saúde da população você consegue resolver na atenção básica. Então qual foi a providência que nós tomamos, com muita resistência, mas muita resistência? Nós, primeiro, chamamos médicos brasileiros para atender.  O número? Precisávamos em torno de 14 mil médicos. O número veio insuficiente, não tinha médicos suficientes formados no Brasil com condições de atender. Depois, chamamos médicos, brasileiros ou não, formados no interior individualmente. Na sequência, também não chegou a um número suficiente. Na sequência, chamamos médicos cubanos, através da OPS, e aí conseguimos chegar a 14.462 médicos, que, pelos dados da OMS, correspondem a uma capacidade de atendimento de 50 milhões de brasileiros.

Patrícia Poeta: Deixa eu fazer só um adendo aqui.

Dilma Rousseff: Cinquenta milhões de brasileiros não tinham atendimento médico, hoje têm. Agora nós estamos em uma segunda etapa.

Patrícia Poeta: Deixa eu só fazer um adendo que eu acho que é importante para os nossos telespectadores.

Dilma Rousseff: Perfeitamente, Patrícia.

Patrícia Poeta: A senhora diria que, então, diante dos nossos telespectadores, que hoje enfrentam filas e filas nos hospitais, muitas vezes são atendidos em macas, que muitas vezes não conseguem fazer um exame de diagnóstico, que a situação da Saúde no nosso país hoje é minimamente razoável, depois de 12 anos?

Dilma Rousseff: Não. Não acho, não acho, até porque, Patrícia, o Brasil precisa também de uma reforma federativa, porque há responsabilidades federais, estaduais e municipais. Nós assumimos, no caso dos Mais Médicos, o atendimento aos postos de saúde como uma responsabilidade basicamente, nós assumimos como federal. Ela é uma responsabilidade compartilhada. Mas assumimos como federal porque temos mais recursos. Agora veja o resto do raciocínio, Patrícia.

William Bonner: Nós vamos falar de economia.

Dilma Rousseff: Não. Vou falar de economia, tenho o maior prazer, Bonner. Veja só qual é a sequência disso. Agora nós consideramos que é muito importante duas coisas: primeira, tratar das especialidades; criar as condições para o Brasil dar atendimento de especialidades, que são aquelas que nós sabemos – o ortopedista, o ginecologista, o cardiologista –,  com exames mais rápidos. Assim como nós enfrentamos…

William Bonner: Candidata, desculpe a senhora disse…

Dilma Rousseff:  E resolvemos o problema dos 14 milhões, aliás dos 50 milhões de brasileiros e dos 14 mil médicos, hoje nós temos já condição de resolver isso, porque diminuímos a pressão, porque todo mundo que não era atendido num posto de saúde ia para uma UPA ou para um hospital.

William Bonner: Nós entendemos. Entendemos. Vamos à economia.

Patrícia Poeta: É que a colocação, candidata, era 12 anos, 12 anos de governos, três mandatos. Mas o Bonner quer falar sobre economia.

William Bonner: Vamos falar de economia porque é um tema importantíssimo.

Dilma Rousseff: Nestes três mandatos, a gente teve, não vamos esquecer, teve o Samu, que atende 149 milhões de brasileiros, e que não existia.

William Bonner: A senhora já respondeu à Patrícia que não, não é minimamente razoável. A senhora disse isso.  Então, vamos em frente.

Dilma Rousseff: Eu acho que nós temos que melhorar a saúde, não tenho dúvida disso. Nenhuma.

William Bonner: Vamos em frente: economia. A inflação, neste momento, a inflação anual está no teto daquela meta estabelecida pelo governo, está em 6,5%. A economia encolheu 1,2% no segundo trimestre desse ano e tem uma projeção de crescimento baixíssima para esse ano, menor do que 1%. O superávit do primeiro semestre desse ano foi o pior dos últimos 14 anos. Quando a senhora é confrontada com estes números ruins, a senhora diz que eles são produto, são resultado de uma crise internacional, aliás, a senhora diz até que eles nem são tão ruins assim, porque a senhora lembra o caso das demissões de milhões na Europa e o fato de o Brasil ter hoje uma situação, praticamente, de pleno emprego. Aí quando os analistas dizem que 2015, ano que vem, vai se um ano difícil, um ano de acertos de casa, que é preciso arrumar a economia brasileira e portanto isso vai impor algum sacrifício, vai ser um ano duro, a senhora diz que isso é pessimismo. E aí eu lhe pergunto: a senhora considera justo ora, olhando para os números da economia, ora culpar o pessimismo, ora culpar a crise internacional pelos problemas? O seu governo não tem nenhum papel, nenhuma responsabilidade nos resultados que estão aí?

Dilma Rousseff: Bonner, primeiro, nós enfrentamos a crise, pela primeira vez no Brasil, não desempregando, não arrochando os salários, não aumentando os tributos, pelo contrário, diminuímos, reduzimos e desoneramos a folha. Reduzimos a incidência de tributos sobre a cesta básica. Nós enfrentamos a crise, também, sem demitir. Qual era o padrão anterior…

William Bonner: Mas o resultado, no momento, é muito ruim, candidata.

Dilma Rousseff: Não, o resultado no momento, veja bem…

William Bonner: Inflação alta, indústrias com estoques elevados, ameaça de desemprego ali na frente.

Dilma Rousseff: Veja bem, Bonner. Eu não sei, eu não sei da onde que estão seus dados, mas nós estamos…

William Bonner: Da indústria, candidata.

Dilma Rousseff: Só um pouquinho. Nós temos duas coisas acontecendo. Nós temos uma melhoria prevista no segundo semestre. Vou te dizer por quê. Primeiro.

William Bonner: Isso não é ser otimista em contrapartida ao pessimismo que a senhora critica?

Dilma Rousseff: Não. Não. Você sabe, Bonner, tem uma coisa em economia que chama os índices antecedentes e os índices que evidenciam como é que é a situação atual.  O que que são os índices antecedentes, por exemplo? A quantidade de papelão que é comprada, a quantidade de energia elétrica consumida, a quantidade de carros que são vendidos. Todos esses índices indicam uma recuperação no segundo semestre, vis-à-vis ao primeiro. Além disso, a inflação, Bonner, cai desde abril, e agora, ela atinge, hoje, se você não olhar pelo retrovisor e olhar pelo que está acontecendo hoje, ela atinge 0%. Zero. O último dado do IPC-S que saiu, se não me engano hoje ou ontem, chegou a 0,08%. O que eu estou dizendo, é o seguinte, o Brasil…

William Bonner: Candidata, nosso tempo…

Patrícia Poeta: O tempo está acabando, candidata.

Dilma Rousseff: Acabou?

William Bonner: É.

Dilma Rousseff: Desculpa.

William Bonner: É que nós temos… Eu quero garantir a senhora o seu tempo de 1 minuto e meio.

Dilma Rousseff: O meu 1 minuto?

William Bonner: Exato.

Patrícia Poeta: Que agora já diminuiu.

William Bonner: Os seus projetos prioritários.

Dilma Rousseff: Eu só estou querendo dizer que, pra mim, nós estamos superando a dificuldade de enfrentar uma crise sem demitir, gerando emprego e renda.

William Bonner: Seus projetos prioritários.

Dilma Rousseff: Olha, Bonner, eu fui eleita para dar continuidade aos avanços do governo Lula. Ao mesmo tempo nós preparamos o Brasil para um novo ciclo de crescimento. O Brasil moderno, mais inclusivo, mais produtivo, mais competitivo. Nós criamos as condições para o país dar um salto, colocando a educação no centro de tudo. E isso significa, Bonner, que nós queremos continuar a ser um país de classe média. Cada vez maior a participação da classe média, mais oportunidades para todos.

William Bonner: O tempo, 15 minutos e meio.

Patrícia Poeta: Para concluir candidata, nosso tempo já esgotou.

Dilma Rousseff: Queria concluir dizendo o seguinte: eu acredito no Brasil. Acho que, mais do que nunca, todos nós precisamos acreditar no Brasil e diminuir o pessimismo. E…

Patrícia Poeta: OK, obrigada candidata.

Dilma Rousseff: E peço o voto dos telespectadores e…

William Bonner: E nós agradecemos a compreensão. A compreensão por ter que interromper.

Dilma Rousseff: Peço o voto para o Brasil continuar avançando. Também compreendo e suspendo a minha fala.

Patrícia Poeta: Nós temos que encerrar.

Dilma Rousseff: Muito obrigado.

William Bonner: Eu que agradeço a sua presença no Jornal Nacional.

Por G1

Rui diz que será o governador de uma nova Bahia


O estado ficou muitos anos sem obras de infraestrutura, disse o candidato, durante entrevista ao BA TV

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O candidato pela coligação Pra Bahia Mudar Mais abriu a série de entrevista da TV Bahia com os candidatos ao governo do estado, na noite dessa segunda-feira (18). Rui disse que será o governador de uma nova Bahia, moderna, com estrutura e cheia de oportunidades.

Questionado sobre os problemas de violência que envolve policiais, Rui afirmou que é preciso cada vez mais investir na capacitação e treinamento e os policiais que cometem delitos devem ser investigados e julgados para se fazer justiça. “Criarei corregedorias para as policiais civil e militar, porque queremos uma polícia cidadã. Temos que separar o joio do trigo, porque existem muitos profissionais que são pais de família e trabalham com dedicação e comprometimento para prevenir e solucionar crimes”.

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Quanto questionado sobre a greve de 72 horas da Polícia Civil, pela morte de policiais ele lembrou que o problema, infelizmente, ocorre em todo o país, não só na Bahia, porém pretende propor a criação de um Fundo Nacional de Segurança. “Precisamos de uma estratégia nacional de segurança”.

O candidato lembrou os investimentos feitos na gestão do governador Jaques Wagner, que encontrou o setor completamente sucateado. “Quando Wagner assumiu, mais de 50 cidades não tinham viaturas e o efetivo usava o velho revolver 38”, citou. “Vou criar o Bope, implantar três companhias especializadas, instalar cinco unidades do Grupamento Aéreo, fortalecer e avançar na melhoria das condições de trabalho”.



Na área da Saúde, o candidato petista apresentou a proposta de regionalização do atendimento, para o cidadão ter acesso a exames e especialidades médicas próximo do local onde mora. “Vou construir sete hospitais com capacidade para resolver problemas, fazer cirurgias e tratamentos de ortopedia, oncologia, por exemplo. Em quatro anos todas as regiões da Bahia estarão com capacidade para atender as demandas na área”.

Rui explicou que a Bahia precisa de obras estruturantes, como a Ponte Salvador Itaparica. Segundo ele, o estado ficou muitos anos sem grandes obras e os projetos em andamento estão tirando mais de 50 anos de atraso. “A Ferrovia Oeste-Leste, planejada há meio século, não encontrou nenhum governante que tivesse garra ou coragem de fazê-la. A Bahia precisa avançar. Vejam o metrô? Ficou 14 anos parado e nós, em um ano, colocamos para funcionar”, exemplificou. “Vou terminar todas as obras que estão iniciadas e avançar mais construindo aeroportos e infraestrutura necessária para a Bahia crescer mais”.

Por Assessoria de Comunicação Rui Costa | Prado Notícia

Dilma tem 36%, Marina, 21%, e Aécio, 20%, diz pesquisa Datafolha


Pesquisa é 1ª com Marina em cenário como possível substituta de Campos.
No levantamento anterior, Dilma tinha 36%, Aécio, 20%, e Campos, 8%.

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Pesquisa feita pelo Datafolha para o jornal “Folha de S.Paulo” divulgada na edição desta segunda-feira (18) mostra Dilma Rousseff (PT) com 36% das intenções de voto para presidente, seguida de Marina Silva (PSB), com 21%, e Aécio Neves (PSDB), com 20%.

É a primeira pesquisa que inclui um cenário em que a ex-senadora Marina Silva é o possível nome do PSB no lugar do ex-governador Eduardo Campos, que morreu na quarta-feira (13), em um acidente de avião. O PSB ainda não definiu se Marina será a candidata substituta, mas lideranças dão a escolha como certa.

No levantamento anterior do Datafolha, realizado nos dias 15 e 16 de julho e divulgado no dia 17,Dilma tinha 36%, Aécio, 20%, e Eduardo Campos, 8%.

O percentual de entrevistados que disseram não saber em quem votar ou que não responderam foi de 14% em julho e agora atingiu 9%. Brancos e nulos eram 13%; agora são 8%. O quarto colocado na pesquisa, pastor Everaldo (PSC), aparece com 3% das intenções de voto; no levantamento anterior, tinha os mesmos 3%.

A pesquisa mostra que, se a eleição fosse hoje, haveria segundo turno: Dilma teria 36% contra 46% da soma dos demais candidatos. Na pesquisa anterior, Dilma tinha 36% contra 36% dos demais, o que indicava uma incerteza sobre a necessidade de segundo turno.

O resultado da atual pesquisa mostra que, se for confirmada candidata do PSB no lugar de Campos, Marina começa a campanha em situação de empate técnico com Aécio Neves, numericamente à frente do tucano: 21% a 20%, dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais.

Marina larga também em situação de empate técnico com Dilma na simulação de segundo turno: Marina com 47% e Dilma com 43%. O Datafolha não pesquisou um cenário entre Marina e Aécio. No cenário entre Dilma e Aécio, a petista tem 47%, e o tucano, 39%.

O levantamento foi encomendado pelo jornal “Folha de S.Paulo”. O Datafolha ouviu 2.843 eleitores em 176 municípios nos dias 14 e 15 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso quer dizer que o instituto tem 95% de certeza de que os resultados obtidos estão dentro da margem de erro.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00386/2014.

Veja os números do Datafolha para a pesquisa estimulada (em que a relação dos candidatos é apresentada ao entrevistado):

– Dilma Rousseff (PT): 36%
– Marina Silva (PSB): 21%
– Aécio Neves (PSDB): 20%
– Pastor Everaldo (PSC): 3%
– José Maria (PSTU): 1%
– Eduardo Jorge (PV): 1%
– Luciana Genro (PSOL): 0%
– Rui Costa Pimenta (PCO): 0%
– Eymael (PSDC): 0%
– Levy Fidelix (PRTB): 0%
– Mauro Iasi (PCB): 0%
– Brancos/nulos/nenhum: 8%
– Não sabe: 9%

Segundo turno
Nas simulações de segundo turno, o Datafolha avaliou os seguintes cenários:

– Marina Silva: 47%
– Dilma Rousseff: 43%

– Dilma Rousseff: 47%
– Aécio Neves: 39%

O Datafolha não realizou a simulação de uma disputa entre Aécio Neves e Marina Silva.

Rejeição
A presidente Dilma tem a maior taxa de rejeição (percentual dos que disseram que não votam em um candidato de jeito nenhum). Confira abaixo:

– Dilma Roussef: 34%
– Aécio Neves: 18%
– Pastor Everaldo: 17%
– Zé Maria: 16%
– Eymael e Levy Fidelix e Rui Costa: 13%
– Marina Silva, Luciana Genro e Mauro Iasi: 11%
– Eduardo Jorge: 10%

Avaliação da presidente
A pesquisa mostra que a administração da presidente Dilma tem a aprovação de 38% dos eleitores – no levantamento anterior, divulgado em 17 de julho, o índice era de 32%. O percentual de aprovação considera os entrevistados que avaliaram o governo como “bom” ou “ótimo”. A pesquisa mostra ainda que o índice dos que desaprovam a gestão, ou seja, consideraram o governo “ruim” ou “péssimo”, foi de 23% (era 29%). Dos ouvidos, 38% consideram o governo como “regular” (mesmo percentual anterior).

O resultado da pesquisa de avaliação do governo Dilma foi o seguinte:
– Ótimo/bom: 38%
– Regular: 38%
– Ruim/péssimo: 23%.

Por G1

Imagens chocantes do acidente aéreo que matou o candidato à Presidência Eduardo Campos


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O site prado notícia teve acesso com exclusividade as fotos, dos corpos das vitimas do acidente aéreo, ocorrido na tarde desta quarta-feira, 13 de agosto, que matou o candidato à Presidência, Eduardo Campos, e  todos que estavam abordo da aeronave. As imagens das partes dos corpos  são chocantes e foram enviadas através do aplicativo whatsapp. Partes dos corpos foram arremessados a vários metros do local.

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O candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, morreu aos 49 anos em Santos (72 km de São Paulo). O deputado federal Júlio Delgado (PSB-MG) informou que não há sobreviventes.

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O avião modelo Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, vinha do Rio de Janeiro e tinha sete pessoas a bordo. A aeronave explodiu e caiu entre as ruas Alexandre Herculano e Vahia de Abreu, no bairro Boqueirão, na zona leste de Santos.

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Por Claydson Motta | Prado Notícia

Mais um fracasso: Poucas pessoas comparecem ao encontro político com Fábio Souto em Prado


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Foto Tiago Bevilaqua do Prado Online

Como não bastasse o bate-boca envolvendo o grupo da oposição que apoia a candidatura de Paulo Souto, na primeira carreata realizada no dia (01/08) em Prado e após quebrar a aliança com o candidato a Deputado Estadual, Lucas Bocão. Um pequeno número de pessoas compareceram no encontro político realizado no último domingo, 10 de agosto, para recepcionar o candidato a Deputado Estadual Fábio Souto. Veja o Vídeo do Bate-boca entre pessoas do próprio grupo

O grupo da oposição, já demonstrou uma insegurança política para à população pradense, a pouco tempo mostraram todo apoio ao candidato, Lucas Bocão, e de uma hora para outra quebraram essa aliança. 

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Foto Tiago Bevilaqua do Prado Online

Não se sabe ao certo o que motivou essa quebra política. Uns falam que foi o próprio Lucas Bocão, outros falam que foi o próprio grupo da oposição de Prado e há quem diga que é um jogo de quem dá mais.

Por Claydson Motta | Prado Notícia

Rui lembra importância de Itapuã e promete revitalização da área


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Depois do grande sucesso que foi a caminhada da manhã desta quinta-feira (07) no Nordeste de Amaralina, Rui Costa (PT), candidato a governador pela coligação Pra Bahia Mudar Mais foi recebido, à tarde, por uma multidão no Abaeté e, de lá, seguiu pelas ruas de Itapuã, acompanhado pelo candidato a vice-governador, João Leão (PP), e por centenas de outras pessoas, inclusive diversos candidatos a deputado estadual e federal.

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Logo no início da caminhada, Rui lembrou a importância da Lagoa do Abaeté e de Itapuã, locais que serviram e ainda servem de inspiração para muitos poetas e compositores, cantados por figuras como Dorival Caymmi e Vinicius de Morais, e reiterou seu compromisso de revitalizar toda a área, conforme consta das diretrizes do seu Programa de Governo Participativo em relação aos bairros populares de Salvador.

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“Itapuã e o Abaeté fazem parte do imaginário das pessoas que desejam conhecer Salvador e, assim, a revitalização desta área, dando segurança e conforto aos visitantes, é fundamental para fortalecer o desenvolvimento do turismo”, afirmou o candidato, que, durante o trajeto conversou bastante com os moradores, falando de suas propostas e ouvindo diversas reivindicações.

Por ASCOM – Rui Costa