Rubro-Negro e Bahia decidem o título do Baianão neste domingo. Leão tem a vantagem e pode perder a partida por até quatro gols de diferença


Perto do título, Caio Junior elogia o Vitória: ‘Clube bom de se trabalhar ‘

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Às vésperas do Ba-Vi que vai decidir o campeão baiano de 2013, neste domingo, às 16h (horário de Brasília), no Barradão, o ambiente no Vitória é o melhor possível. A equipe pode conquistar o título mesmo se perder por quatro gols de diferença, já que goleou o rival por 7 a 3 na Arena Fonte Nova.

Apesar da grande vantagem sobre o Bahia, o técnico Caio Junior prega cautela. Para ele, um resultado tão elástico como o que aconteceu no último clássico traz consequências para quem vence e para quem perde.

– Minha preocupação é conseguir o título. Chegamos nesse momento em uma situação boa, e a preocupação é essa. Quando você perde de goleada se muda tudo, e quando se ganha se cria um clima de ‘oba-oba’. Eu sou contra as duas. Acho que tem que ser profissional – comenta.

O primeiro semestre do Vitória foi de altos e baixos. A eliminação na Copa do Nordeste e uma derrota para o Mixto pela Copa do Brasil chegaram a abalar o elenco, mas a boa campanha no Baianão e as três vitórias sobre o Bahia na temporada devolveram a tranquilidade à Toca do Leão.

No Rubro-Negro há cerca de seis meses, Caio Junior dedica uma parte do bom desempenho do time às condições de trabalho oferecidas pelo clube.

– Nós estamos nesse momento colhendo o que foi plantado. É um clube organizado, com pagamentos em dia, e a concentração é uma das melhores do Brasil. O clube tem uma ótima estrutura. Então você junta uma série de coisas favoráveis e dá isso. O Vitória é um clube muito bom de se trabalhar – avalia o treinador.

No meio da semana, o comandante rubro-negro decidiu poupar os titulares da partida contra o Salgueiro, pela Copa do Brasil, visando o Ba-Vi de domingo. Apesar de não ter sido derrotado, o empate sem gols não era o resultado desejado. Mesmo assim, Caio não se arrepende da decisão e acredita que o time está pronto para o clássico.

– Temos 80% da equipe inteira, em boas condições. Nosso campo será pesado no domingo, diferente do que foi na Fonte Nova. Então vai se exigir muito mais dos jogadores – finaliza.

 

 Por GloboEsporte

Benite desperta, Caio Torres domina garrafão, e Fla dá o troco no São José


Com bela atuação do armador no segundo tempo e importante participação do pivô o tempo todo, time carioca vence em casa e iguala série semifinal

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As estatísticas da partida apontavam um mísero ponto para Vitor Benite ao fim do segundo quarto do duelo entre Flamengo e São José. O camisa 8 rubro-negro, porém, guardou o melhor para os dois últimos períodos. Com atuação de gala do ala-armador na segunda metade do jogo 2, o time carioca despachou o paulista por 100 a 84, na Arena da Barra, diante de sua eufórica torcida. Caio Torres, eficiente o tempo todo, também teve papel importante. Foi o cestinha com 23 pontos e pegou sete rebotes. Benite terminou com dois pontos a menos.

– A nossa equipe tem muitos jogadores de qualidade e nós respeitamos o momento do outro. No segundo tempo, acabou sendo eu. Espero que possa ajudar dessa forma mais vezes – disse o camisa 8 ao SporTV.

Antes de o cronômetro zerar, gritos de “olé” e “chocolate” já ecoavam da arquibancada, que recebeu 4.500 torcedores. O jogo 3 da série semifinal do NBB está marcado para este domingo, às 20h, novamente na Arena da Barra. Na próxima quinta-feira, dia 23, o confronto volta para o interior paulista e pode classificar o vencedor de domingo para a final.

Pelo São José, Fúlvio foi o destaque, com 20 pontos e seis rebotes.

– Não tenho dúvidas de que jogamos mal. A nossa defesa falhou muito, perdemos do início ao fim. O Flamengo foi superior e mereceu a vitória. Agora, basta estudar mais a equipe deles, vir com os pés no chão e mostrar desempenho e atitude que faltaram hoje – avaliou.

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O jogo

Após ganhar a disputa pelo alto, o São José saiu na frente na partida, graças a uma bela cesta de dois pontos de Jefferson, grande nome do jogo 1. A partir de então, o Flamengo emplacou uma sequência de oito pontos seguidos, com valiosa participação de Caio Torres no garrafão. São José adiantou a marcação para reequilibrar a partida. Deu certo. A quatro minutos do fim, o time paulista fez 14 a 12, passando à frente, com Murilo, mas, na sequência, Shilton acertou de três e recolocou o Rubro-Negro em vantagem. O jogo seguiu lá e cá até o último instante do primeiro quarto, quando Gegê converteu dois lances livres, decretando a vitória parcial do Flamengo por 27 a 23.

O São José entrou no segundo quarto tentando imprimir mais velocidade. Logo na primeirajogada, Laws pontuou e sofreu falta, convertendo o lance livre. Foi a senha para o Flamengo voltar a se impor na partida. Com nova sequência avassaladora, o Rubro-Negro colocou 11 pontos de vantagem para delírio da torcida, que, por conta do trânsito pesado e da chuva na cidade, ainda chegava à Arena da Barra. Após ver Caio Torres marcar 37 a 26, o técnico do São José, Régis Marrelli, pediu tempo pela primeira vez no jogo. Apesar da bronca, o time paulista continuou sendo dominado. Duda puxou contra-ataque e serviu Kojo, na bandeja: 47 a 28. Administrando o resultado, o Flamengo foi para o intervalo vencendo por 54 a 42.

Benite acorda, Fla deslancha

O terceiro quarto começou com o Flamengo abrindo 4 a 0 em menos de um minuto, com Caio e Benite aparecendo – o segundo fizera apenas um pontinho nas duas primeiras parciais. Fúlvio respondeu com uma bola de três, e o São José equilibrou as ações no quarto.

O clima esquentou, e quando o placar marcava 60 a 47 para o Flamengo, três faltas técnicas seguidas (duas para o São José e uma para o Fla)  fizeram o time rubro-negro ganhar dois lances livres, convertidos por Marquinhos, faltando sete para o fim do terceiro quarto.

O São José não se entregava. Fez cinco pontos seguidos, com Fúlvio anotando mais uma de três e Murilo Becker em dois lances livres: 66 a 54. O avanço do time paulista fez a equipe de José Neto pedir tempo quando a vantagem caiu para apenas nove pontos, 69 a 60, faltando menos de três minutos para o fim do terceiro período.

A parada funcionou. Com uma bola de três de Benite, um monstro nos dois últimos quartos, e uma bela bandeja de Olivinha, o Fla voltou a abrir 16 pontos e fechou o quarto em 78 a 62, ganhando fôlego e tranquilidade para os últimos dez minutos de partida.

No início do quarto período, o Flamengo atropelou. Com três minutos de jogo, abriu 24 pontos, sua maior vantagem no jogo: 88 a 64, fazendo a torcida entrar de vez no jogo, com gritos de “olé” e “chocolate”.  Já entregue, o São José via o Flamengo administrar o placar e levar e melhor até nos rebotes ofensivos.

Nos segundos finais, Diego levou o Fla à marca centenária, já com a vitória garantida e as principais armas do time da casa descansando no banco para o terceiro jogo: 100 a 84.

Por GloboEsporte

100 anos de Bota x Fla: nos números, tira-teima de títulos, vitórias, goleador


Fla leva superioridade, mas disputa é equilibrada. Bota tem maior artilheiro

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Os números do confronto entre Botafogo e Flamengo no centenário mostram superioridade do Flamengo em títulos e vitórias, mas há um equilíbrio. Em cinco finais de Carioca, os rubro-negros venceram três (2007-2008-2009), enquanto os alvinegros ganharam duas (1962 e 1989). Como o Botafogo conquistou o título de 2010 ganhando os dois turnos, a partida final da Taça Rio, vencida por 2 a 1, não conta como decisão.

Sem título

O Flamengo leva vantagem também na única final entre os clubes em Campeonatos Brasileiros. Foi em 1992, quando os rubro-negros venceram a primeira partida por 3 a 0 e asseguraram o título com o empate por 2 a 2 no segundo confronto.

O Fla também leva vantagem nas vitórias. São 120, contra 106 dos alvinegros, que, no entanto, têm o maior artilheiro do centenário. É Heleno de Freitas, com 22 gols – Zico fica em segundo lugar, com 20. Os dados são da WSC, do pesquisador alvinegro Pedro Varanda e do GLOBOESPORTE.COM.

Veja abaixo outras informações interessantes sobre o grande duelo.

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Por GloboEsporte

Com a presença de Zico, Fla anuncia acordo com fornecedor de material


Novo contrato, um dos mais valiosos do continente, chega a R$ 35,6 milhões

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A roupa nova só vai ser exibida no próximo dia 23. Por enquanto, está mantida em sigilo. Mas a relação entre Flamengo e Adidas começou. Na verdade, foi retomada. Nesta quinta-feira, em evento realizado no Salão Nobre da Gávea, o clube e a empresa começaram, de forma oficial, a parceria firmada pelos próximos dez anos. A fornecedora de material esportivo, que patrocinou o clube em suas maiores glórias, como na conquista do Mundial de 1981, está de volta. O novo contrato, um dos mais valiosos do continente, chega a R$ 35,6 milhões por ano. A estreia do novo Manto acontecerá na primeira rodada do Campeonato Brasileiro, diante do Santos, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, no dia 26 deste mês.

– A gente espera que esse novo relacionamento dure dez anos, depois mais dez. Já deu certo no passado, certamente será no futuro. São duas grifes ligadas ao esporte. Temos certeza de que com o apoio da Adidas vamos construir um novo Flamengo. Foi o primeiro parceiro dessa nova gestão, contratos efetivados no fim do ano passado – disse o vice-presidente de futebol do Flamengo, Wallim Vasconcelos.

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O vice-presidente do Flamengo, Walter D’Agostino, o vice de futebol rubro-negro, Wallim Vasconcelos, e o presidente da Adidas no Brasil, Fernando Basualdo, concederam entrevista coletiva sobre o contrato. Além deles, o evento teve a presença ilustre do ídolo Zico.

– Quero saudar mais uma vez o nosso ídolo Zico, que dará o pontapé inicial do primeiro jogo do Flamengo na volta ao Maracanã. E usará a camisa 10 da Adidas. Se der para jogar uns 15 minutos, está escalado.- declarou Wallim Vasconcelos.

– É um prazer muito grande, não só para quem teve uma vida no Flamengo, mas como embaixador da Adidas. Wallim, sobre a ideia de dar o pontapé inicial, queria que programasse um jogo de 15 minutos de cada tempo, daquele time de 81, na preliminar. Quando a gente começa a dar pontapé, está perto de subir (risos). Quinze minutos para cada lado não estragariam o campo.- pediu Zico, que foi aplaudido pelas pessoas presentes na coletiva.

O acordo, assinado no fim da gestão de Patricia Amorim, passou por mudanças com a chegada da nova diretoria. As alterações se resumem a aumento significativo nas premiações e tabela de aumento do percentual de royalties a partir do cumprimento de metas de vendas. O reajuste previsto no contrato de 87 páginas está atrelado ao desempenho do time. O valor mínimo até o quinto ano de contrato é de R$ 30,3 milhões (resultado da soma do mínimo de royalties, R$ 8 milhões, teto de material fornecido, R$ 9,8 milhões, e pagamento fixo anual emdinheiro de R$ 12,5 milhões). Somadas a taxa de início de parceria (R$ 38 milhões), e a verba de ações de marketing da Adidas (R$ 1,5 milhão), chega-se a R$ 35,6 milhões por ano, número que passa a R$ 40,6 milhões do sexto ao décimo ano de contrato (não incluída a correção monetária) e pode crescer ainda mais dependendo do sucesso de vendas de produtos, uma das alterações obtidas pela nova diretoria do clube.

– É uma honra poder vestir novamente o Flamengo. Quero dizer e ratificar que o Flamengo começa a ser parte dessa estratégia global dos cinco maiores clubes que a Adidas tem assinado. Junto com Real (Madrid), Milan, Bayern de Munique e Chelsea – disse o presidente da Adidas no Brasil, Fernando Basualdo.

O contrato foi assinado em 20 de dezembro do ano passado. Logo após a assinatura, o Rubro-Negro recebeu R$ 6,5 milhões, sendo que R$ 3,4 milhões foram usados para pagar a rescisão com a Olympikus. A fornecedora também já pagou ao clube outros R$ 38 milhões da taxa de início de parceria: R$ 13 milhões até 30 dias após a assinatura do contrato e R$ 25 milhões até 15 de fevereiro.

Parceria entre Fla e fornecedora prevê rescisão ou multa por vexames

O contrato de parceria traz um aporte de receitas à Gávea de fazer inveja aos rivais. Porém, a contrapartida também é digna de um clube agora incluído entre as marcas classe A da empresa alemã, no mesmo status de Real Madrid, Chelsea, Bayern de Munique e Milan. Quedas para a Série B e não classificações para a Copa Sul-Americana, por exemplo, acarretam multas que podem chegar a 50% dos pagamentos a serem feitos pela empresa. Já um rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro implica a rescisão do vínculo.

Por Richard Souza

Vai Ferver: Com a vantagem e o ‘Horto’, Galo recebe o São Paulo, de Luis Fabiano


Jogo marca o retorno do atacante tricolor, após quatro jogos de suspensão na Libertadores. Atlético-MG se apoia no histórico do estádio Independência

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Precisando vencer por dois gols de diferença, o São Paulo aposta tudo em Luis Fabiano diante de um Atlético-MG ainda imbatível no remodelado estádio Independência, nesta quarta-feira, às 21h50 (de Brasília), no jogo de volta das oitavas de final da Libertadores da América.

O “Fabuloso”, como é chamado pela torcida são-paulina, ficou fora dos últimos quatro jogos do time no torneio por conta de uma suspensão. Volta no momento crucial, com o Tricolor em desvantagem, diante de uma vibrante torcida atleticana, que certamente vai lotar o “Gigante do Horto”.

Como a escalação de Osvaldo, destaque do São Paulo na temporada, ainda é incerta, por conta de uma lesão no quadril, a expectativa em torno de Luis Fabiano só aumenta, ainda mais depois de ele ter perdido um pênalti na semifinal do Paulistão contra o Corinthians, domingo passado.

– Tive uma conversa com o Luis Fabiano e quis lembrá-lo de alguns feitos dele no clube, os momentos de alegria com a torcida. O que é negativo está à tona. Ele tem um índice de gols muito alto vestindo a camisa do São Paulo. É a nossa grande esperança de gols para esse jogo e vai ter que assumir essa responsabilidade com todo o grupo. A conversa foi muito boa, e ele está disposto a dar uma guinada – disse o técnico Ney Franco, responsável por tentar levar o São Paulo a seu quarto título na Libertadores.

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Já o Galo confia no incrível retrospecto no estádio Independência para seguir na luta por seu primeiro título na competição. Desde que o estádio foi reinaugurado, em abril de 2012, o Atlético-MG contabiliza 26 vitórias e sete empates. Além disso, não sabe o que é perder como mandante desde agosto de 2011 – já são 46 jogos.

Na primeira partida das oitavas de final, no Morumbi, o Galo venceu o primeiro duelo, por 2 a 1. Agora, pode até perder por 1 a 0, que, mesmo assim, estará nas quartas de final da Libertadores. Caso o São Paulo vença por 2 a 1, a vaga será decidida nos pênaltis. Vitória são-paulina por diferença de um gol, desde que marque três ou mais gols, dará a vaga ao Tricolor.

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O uruguaio Roberto Silveira será o árbitro do confronto. Ele será auxiliado pelos também uruguaios Carlos Pastorino e Gabriel Popovits.

A TV Globo transmite a partida, ao vivo e em alta definição, para os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina (menos Joinville), Distrito Federal, Goiás, Maranhão (menos Balsas), Sergipe e Tocantins. O Sportv também exibe o jogo. O GLOBOESPORTE.COM, em Tempo Real, acompanha todas as emoções do confronto, a partir das 19h30m.

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Atlético-MG: Cuca vai aguardar até a última hora para definir se Leonardo Silva joga. Com fratura em um dos dedos da mão direita, o defensor é dúvida. Caso não reúna condições, Gilberto Silva, que atuou no jogo da ida, fará companhia a Réver. O Galo deverá entrar em campo com Victor; Marcos Rocha, Leonardo Silva (Gilberto Silva), Réver e Richarlyson; Pierre, Leandro Donizete, Bernard, Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli; Jô.

São Paulo: como de costume, o técnico Ney Franco faz mistério para divulgar a formação inicial, mas não deve apresentar grandes novidades. O zagueiro Lúcio, expulso no primeiro jogo, dá lugar a Edson Silva. No ataque, Luis Fabiano volta, após cumprir os quatro jogos da suspensão imposta pela Conmebol. Aloísio, machucado, sai. Osvaldo se recuperou de dores no quadril e deve jogar. O time é o seguinte: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Edson Silva e Carleto; Wellington, Denilson, Jadson e Ganso; Osvaldo e Luis Fabiano.

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Atlético-MG: o meia Guilherme, com estiramento na coxa esquerda, é o único vetado.

São Paulo: os zagueiros Rhodolfo, com uma lesão na coxa esquerda, e Lúcio, que cumpre suspensão, não atuam. O atacante Aloísio, com um problema na coxa direita, é outro desfalque.

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Atlético-MG: Diego Tardelli se encaixou como uma luva no time. Em 2013, tem provado que todo o esforço do clube em contratá-lo não foi em vão. Decisivo, o jogador fez o gol da vitória no primeiro jogo das oitavas e ainda não foi derrotado, desde que voltou do Catar, em fevereiro.

São Paulo: Luis Fabiano é a esperança de gols para o Tricolor ainda acreditar na classificação. A fase do centroavante não é das melhores, principalmente depois de ficar quatro partidas fora, mas ele ainda segue como o artilheiro da equipe na temporada, com 12 gols.

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Diego Tardelli, atacante do Atlético-MG: “Estamos com uma vontade boa, mas temos que respeitar, nós conhecemos o São Paulo. Sei que tem um ou dois jogadores que não vão estar, mas tem que haver respeito. Não conquistamos nada ainda. Temos nosso fator fundamental, que é nossa torcida. E não perdemos há um ano nesse estadio. Envolve muita concentração”.

Ney Franco, técnico do São Paulo: “As duas atuações que tivemos contra o Atlético-MG, no Independência, são nosso ponto de referência, principalmente o segundo tempo do jogo da primeira fase. Temos condições de conseguir a classificação”.

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* O Atlético-MG segue invicto desde a reabertura do Independência. Desde a vitória sobre o Goiás, no dia 3 de maio de 2012, pela Copa do Brasil, o Galo disputou 32 jogos, com 25 vitórias e sete empates.

* Neste ano, o Galo tem 100% de aproveitamento no Independência, com nove vitórias em nove jogos, com 33 gols marcados e nove sofridos.

* Vencer a primeira partida nos play-offs de Libertadores é uma boa vantagem. Nas últimas sete edições, de 2006 para cá, em 57 oportunidades, o vencedor do jogo da ida se classificou para a sequência da competição, e, em apenas 14 vezes, o perdedor da primeira partida reverteu a situação e seguiu no torneio.

* Ao longo de toda a história, Atlético-MG e São Paulo já se enfrentaram 38 vezes em Belo Horizonte, com pequena vantagem do Galo. O Atlético-MG venceu 12 vezes, contra dez vitórias são-paulinas e 16 empates, com 48 gols marcados pelo São Paulo e 46 pelo Galo.

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Na última quinta-feira, dia 2 de maio, o Galo venceu o São Paulo, por 2 a 1, no Morumbi, no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores. Mas foi o Tricolor que abriu o placar, com Jadson. Os mineiros viraram a partida com Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli, após a expulsão de Lúcio, ainda no primeiro tempo.

Por GloboEsporte


Foco no Ba-Vi: De olho no Vitória, time principal do Bahia treina forte no Fazendão


Terça-feira foi marcada por intenso treino físico, sob olhar do preparador físico Dudu Fontes. Zé segue no Departamento Médico, mas pode jogar

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Corrida, salto sobre obstáculos e levantamento de peso: assim foi o dia dos jogadores do Bahia no Fazendão. Eles realizaram um treino físico puxado sob a orientação dos preparadores do clube, de olho no Ba-Vi de domingo. Antes, o técnico Joel Santana reuniu os atletas no campo e conversou com todos por cerca de 30 minutos.

O meia Zé Roberto, que sentiu a coxa no jogo contra o Juazeiro, no último sábado, não treinou. O exame de imagem feito na segunda-feira apontou uma lesão de grau 1, que não é considerada grave. Ele está fazendo tratamento no departamento médico e tem boas chances de entrar em campo contra o Vitória. Marquinhos, outro que apresentou problema na coxa, também se recupera no DM.

Antes do Ba-Vi, o Tricolor tem compromisso pela Copa do Brasil. Os jogadores reservas e alguns pouco aproveitados estão em Mato Grosso, onde enfrentam o Luverdense, nesta quarta-feira, às 22h (horário de Brasília). O jogo é no estádio Passo das Emas.

Por GloboEsporte

Victor Ramos diz que Vitória precisa ‘matar’ final já no próximo domingo


Apesar do rubro-negro ter vantagem na decisão do Campeonato Baiano 2013, zagueiro espera resolver a luta pelo título na Arena Fonte Nova

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Uma partida para matar ou morrer. Essa é avaliação que o zagueiro Victor Ramos faz do clássico contra o Bahia, marcado para o próximo domingo, na Arena Fonte Nova, pela final do Campeonato Baiano 2013.  Primeiro capítulo da decisão do estadual, o Ba-Vi deste fim de semana tem grande importância para o defensor, que destaca: a ordem é a de vencer mesmo em território adversário para deixar a conquista da taça bem encaminhada.

– No domingo é jogo de decisão. Final. Vamos buscar nosso objetivo, que é definir o campeonato já nesse primeiro jogo. Vamos entrar em campo com humildade, mas queremos resolver tudo já neste primeiro jogo – disse o jogador.

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Este ano, o Vitória ganhou dois clássicos disputados na Fonte Nova, retrospecto que deixa o torcedor rubro-negro animado para o confronto de domingo. No entanto, Victor Ramos faz questão de esquecer os triunfos nos Ba-Vis da atual temporada. O defensor afirma que a situação agora é outra. Vitória e Bahia decidem um título e não há favorito para conquista do Baianão.

– Ba-Vi é Ba-Vi. É um campeonato a parte. Quando se trata de final é jogo decisivo. Não tem favorito. Não é por ganhamos dois jogos que somos favoritos. Clássico é clássico – pontuou.

O zagueiro também lembrou que o Vitória não deve jogar para se beneficiar do regulamento. Como teve melhor campanha, o rubro-negro pode ser campeão em caso de empate nas duas partidas da final. Victor Ramos reconhece que a vantagem é importante, mas quer vencer o primeiro clássico para ‘matar’ a final de forma antecipada.

– A vantagem é importantíssima. Vimos isso no ano passado. O Bahia foi campeão com a vantagem. Mas não é por ter a vantagem que vamos relaxar. Vamos com o intuito de ganhar na Fonte Nova. Nada de empatar. Vamos jogar em cima, com o time compacto, arrumado, para buscar o título logo no primeiro jogo – finalizou o zagueiro.

Por GloboEsporte

Fla anuncia novo patrocínio máster: ‘Maior camisa em valorização no país’


Vice de marketing rubro-negro calcula R$ 73 milhões de arrecadação com uniforme. Acordo com a Caixa Econômica Federal foi aprovado nesta terça

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O Flamengo tem um novo patrocinador máster. A gestão Eduardo Bandeira de Mello anunciou na tarde desta terça-feira a parceria com a Caixa Econômica Federal, que será de R$ 25 milhões anuais. A marca ficará no peito, no ombro direito e na perna esquerda. O presidente rubro-negro, Eduardo Bandeira de Mello, e representantes da estatal oficializaram o acordo, que terá duração de um ano, com opção de renovação até maio de 2015, ano em que termina o atual mandato. O contrato foi aprovado pelo Conselho Deliberativo do clube em votação na noite desta terça-feira.

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– Foram quase cinco meses de conversas. Um acordo de um ano, cujo valor envolvido é de R$ 25 milhões. Maior camisa em valorização no país é a do Clube de Regatas do Flamengo com R$ 73 milhões, fora as variáveis do contrato. Não vou ficar falando sobre as questões. Tenho a expectativa que os colegas da Caixa consigam mais dois ou três anos de contrato – disse Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice de marketing do Flamengo, referindo-se ao contrato da Caixa Econômica mais os valores da Adidas (R$ 35,6 milhões, somado a taxa de início de parceria e a verba de ações de marketing), da Peugeot (R$ 10 milhões) e da Tim (R$ 2,5 milhões).

Os novos uniformes foram apresentados por duas modelos no salão nobre da Gávea. O valor anunciado pelo patrocinador máster é menor que o esperado pela diretoria. Internamente, a expectativa em um primeiro momento era de que atingisse R$ 35 milhões no somatório de cotas e ações voltadas para os esportes olímpicos. O que ficou acordado é inferior ao que paga a Caixa Econômica Federal ao Corinthians – R$ 30 milhões anuais. O contrato com o clube paulista, entretanto, prevê a utilização de dois espaços na camisa, na frente e nas costas. No uniforme rubro-negro, as costas serão ocupadas por outra marca, a da Peugeot. O espaço nas mangas continua livre e pode ser negociado.

– Esse namoro começou no dia 3 de janeiro. Fomos procurados assim que a diretoria assumiu, estava saindo de férias e fui atender o Flamengo. A primeira coisa que colocamos na mesa são as questões legais, as certidões. Sabemos como é difícil, temos conversado com outros clubes. Às vezes, torna-se impossível por conta da situação. No início, não acreditava que chegaríamos em maio com isso resolvido. É uma parceria para muitos anos. O contrato do Flamengo é idêntico ao do Corinthians, de 12 meses, renovável por mais 12. É assim que fechamos com todos os clubes que temos assinado e mais alguns que vamos assinar – explicou Clauir Luis Santos, diretor executivo da Caixa.

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Os dirigentes rubro-negros não quiseram detalhar a parceria com a Caixa, já que ela ainda seria votada à noite pelo Conselho Deliberativo. Segundo Bap, há outras negociações em curso para novos patrocínios, mas não revelou o andamento.

– Temos espaço pelo menos para mais um patrocinador na camisa. Não posso falar ainda porque não está fechado – despistou Bap.

Por GloboEsporte

Tímidos e ‘modernos’, Diego Silva e Paulinho são apresentados pelo Fla


Com poucas palavras, dupla que veio do XV chega ao clube sonhando alto e adota discurso parecido ao citar características: ‘Tem que saber marcar e atacar’

Timidez, poucas palavras, olhares perdidos e um monte de sonhos na cabeça. Diego Silva e Paulinho foram apresentados como jogadores do Flamengo até certo ponto assustados. A sala de imprensa do CT João Havelange, em Pinheiral, onde o clube se concentra para período de treinamentos, nem estava tão lotada assim, mas já dava a dimensão da nova realidade da dupla. Destaques do XV de Piracicaba no Campeonato Paulista, os dois estão agora no centro das atenções e são os primeiros reforços do time de maior torcida do país para o Brasileirão.

O olhar impressionado com tudo que estava a sua volta, no entanto, não atrapalha a ambição de quem busca o primeiro grande reconhecimento no futebol. Apesar das declarações curtas, Diego Silva, volante, de 23 anos, deixa claro que esta é a grande oportunidade da vida.

– Aos poucos, vamos nos soltando. O principal é que isso aconteça dentro do campo. O reconhecimento será uma consequência. Se o Flamengo estiver bem, automaticamente vamos aparecer também para o Brasil. Temos que trabalhar duro para isso.

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Fã de novo companheiro de trabalho Elias, Diego evitou dar corda para as comparações de seu estilo com o de Vampeta – principalmente em um clube onde o campeão mundial de 2002 não é muito bem visto. Ao falar das próprias características, definiu-se como um volante moderno.

– No futebol atual, tem que saber marcar e apoiar o ataque. Tenho facilidade de fazer as duas funções. O Vampeta é o Vampeta, eu sou o Diego Silva. É outra história.

Sorridente, mas não menos tímido, Paulinho repetiu o discurso do amigo. Com um Flamengo no currículo, o de Guarulhos, o atacante, de 24 anos, que passou pela base do Corinthians, disse:

– Temos que pensar grande, como é essa camisa do Flamengo. São mais de 40 milhões de torcedores em todo o Brasil, e estamos cientes desse peso. Viemos em busca de títulos.

A mesma modernidade que Diego Silva apontou como qualidade marcou o discurso do atacante. Paulinho, por sua vez, deu a entender que não chega para disputar posição com Hernane, artilheiro do Fla na temporada, e se mostrou um pouco mais ousado com a bola nos pés.

– Sou um atacante que joga pelas beiradas do campo. Sou rápido, gosto de ir para cima, e ajudo na marcação também. Hoje em dia, o futebol está mudado. Se o cara não voltar para marcar, complica o sistema defensivo. Ataco na correria e volto para marcar.

Paulinho e Diego Silva ficam no Flamengo por empréstimo até 30 de maio de 2014, com preço dos direitos econômicos fixado, caso o clube queira mantê-los em definitivo – o valor não foirevelado pelas diretorias.

Por GloboEsporte

Jorginho desabafa com grupo e diz que Fla tinha preferência por Mano


Para não perder a confiança dos jogadores, técnico se expõe e reconhece que foi a opção mais barata da diretoria

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Jorginho dividiu responsabilidades com a diretoria do Flamengo ao explicar os motivos das dispensas de Ibson e Alex Silva para a imprensa, mas internamente desabafou com os jogadores. Na manhã do último dia 25, uma quinta-feira, o técnico reuniu o grupo para dar uma satisfação aos atletas, o que provocou um atraso de duas horas na ida do elenco para o campo. Antes, porém, conversou apenas com Alex, que havia concedido entrevista ao GLOBOESPORTE.COM e demonstrado instatisfação com ele.
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Na reunião com os atletas, Jorginho reforçou que a decisão de dispensar o volante e o zagueiro fora tomada não apenas por questões técnicas, mas também financeiras. O treinador tomou o próprio exemplo para justificar a posição do clube. Num determinado momento, disse que nem ele estaria no Flamengo se fosse um técnico de salário elevado e que sabia que antes de contratá-lo a direção sonhava com Mano Menezes, ex-comandante da seleção brasileira. Para não perder o grupo, reuniu os atletas e jogou limpo.

A reunião ocorreu sem a presença do diretor de futebol Paulo Pelaipe, que chegou ao Ninho do Urubu por volta das 10h naquele dia.

O desabafo de Jorginho expõe o primeiro desconforto do treinador com a diretoria. Jorginho sentiu-se exposto depois que o vice de futebol Wallim Vasconcellos concedeu entrevista e afirmou que qualquer decisão sobre dispensas seria do técnico. Na sexta-feira, otetracampeão afirmou que tratava-se de uma opção conjunta e com base no custo-benefício.

Por GloboEsporte